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Da garagem à sede

Nossa história

O trabalho social começou antes mesmo da existência do projeto. Esta é a trajetória de pessoas que decidiram começar — mesmo sem estrutura.

  1. Antes do Reciclando Esperança · há cerca de seis anos

    As primeiras ações sociais

    Há aproximadamente seis anos, Paulo e outras pessoas já realizavam ações sociais por meio da igreja, atendendo pessoas em situação de rua e famílias em situação de vulnerabilidade.

  2. A primeira experiência com alimentos

    Uma parceria que alimentava 150 pessoas

    Naquele período, existia uma parceria que possibilitava receber aproximadamente 1,5 tonelada de hortifrútis a cada 15 dias, beneficiando cerca de 150 pessoas.

  3. Interrupção e continuidade

    Quando a parceria acabou, o trabalho não parou

    Quando essa parceria foi interrompida, muitas famílias deixaram de receber aquele apoio. Durante aproximadamente um ano, o trabalho continuou por outros caminhos.

  4. Agosto de 2025

    Uma madrugada que mudou tudo

    Testemunho pessoal do fundador Segundo Paulo, em uma madrugada de agosto de 2025, ele acordou com a convicção de que deveria preparar e estruturar um espaço para atender pessoas em situação de vulnerabilidade. Ele interpretou essa experiência como uma direção de Deus para iniciar uma nova etapa do trabalho social.

    Poucos dias depois, um contato que havia sido feito anteriormente trouxe uma oportunidade concreta: uma nova possibilidade de receber alimentos.

  5. A nova oportunidade

    Um desafio enorme

    Seriam necessários aproximadamente 250 kg de alimentos, quatro vezes por semana. Mas havia um problema: não havia carro, caixas, estrutura ou uma grande equipe.

    Havia apenas a disposição de começar.

  6. O começo

    Primeiros voluntários, primeiros alimentos

    Paulo começou a buscar voluntários e uma equipe inicial de aproximadamente cinco pessoas se formou. As primeiras caixas foram conseguidas por meio de pedidos a pessoas conhecidas e pequenos estabelecimentos.

    Para transportar os alimentos, muitas vezes era necessário pedir ajuda ou pagar transporte por aplicativo.

  7. As primeiras famílias

    20, depois 30, depois 40

    No início, cerca de 20 famílias compareciam. Depois, 30. Depois, 40. E o trabalho continuou crescendo.

  8. A garagem

    De solução provisória a uma possibilidade maior

    Em determinado momento, as distribuições precisaram ser realizadas em uma garagem. A garagem, que inicialmente parecia apenas uma solução provisória, acabou revelando uma possibilidade maior.

  9. A primeira estrutura

    Da garagem para uma sede

    Surgiu então a oportunidade de ocupar o espaço onde hoje funciona a sede da associação, no Parque dos Bancários. O espaço passou a ser adaptado gradualmente para receber as famílias, organizar os alimentos, realizar atividades e estruturar novos serviços.

  10. Expansão para outras comunidades

    Quando nasceu o Reciclando Esperança

    Com o crescimento das doações, surgiu uma nova preocupação: como garantir que os alimentos não fossem novamente desperdiçados?

    A resposta foi ampliar o atendimento. Em vez de concentrar toda a distribuição em um único local e para as mesmas pessoas, o projeto começou a levar alimentos para diferentes comunidades. Assim, o alimento que seria desperdiçado passou a circular por diferentes territórios.

    Foi nesse processo que se consolidaram os dois pilares do projeto: combate ao desperdício de alimentos e segurança alimentar.

  11. Estruturação institucional

    Uma organização formalizada

    A data oficial de fundação do Projeto Reciclando Esperança é agosto de 2025, quando as atividades começaram. A organização foi registrada com o CNPJ 68.418.385/0001-45 em 06/08/2026.

    Em paralelo, o projeto vem estruturando seu espaço para ampliar o atendimento às famílias também por meio de profissionais e voluntários da área psicossocial.

  12. O projeto atualmente

    120 famílias por semana, em cinco comunidades

    Hoje o projeto informa atender cerca de 120 famílias por semana, com atendimento de segunda a sábado, nas comunidades Jardim Dona Sinha, Jardim da Conquista, Parque Laranjeiras, Nova Vitória e Comunidade do Tatu. Toda semana, distribui 1 tonelada de hortifrúti e 1.400 marmitas solidárias, além de 120 kg de peixe a cada 15 dias em parceria com a CEAGESP, e mantém o Brechó Reciclando para ajudar a sustentar as atividades.

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  13. Próximos passos

    Alimentar é o começo. Transformar é o propósito.

    Os planos incluem ampliar gradualmente o acolhimento psicossocial e desenvolver oficinas, cursos e atividades de capacitação — informática, educação, empreendedorismo, administração, desenvolvimento pessoal, formação profissional e oficinas práticas —, inclusive em parceria com outras organizações. Esses projetos ainda estão em estruturação.

    Conheça os projetos futuros

Fachada da sede do Projeto Reciclando Esperança, com a placa do projeto sobre o portão verde.
A sede da associação hoje. Foto: @projeto_reciclandoesperanca
“Alimentar, cuidar, apoiar, escutar e mostrar caminhos.”

A visão de Paulo que orienta a construção do Reciclando Esperança. Conheça Paulo.

Essa história continua com você.

Cada doação, cada hora de voluntariado e cada parceria ajuda o alimento a chegar a mais famílias.